===== GA65 – TEORIA ===== Theorie Perguntar sobre essa essência é o único empenho e não é nem uma **teoria** da história, nem uma filosofia da história. GA65 (Casanova): 12 Mas a coisa mais própria à filosofia é esquecida, mal interpretada por meio da “**teoria** do conhecimento”; e onde a “ontologia” ainda é compreendida (Lotze), ela permanece uma disciplina entre outras. GA65 (Casanova): 14 Pois essa é uma retransposição consciente ou inconsciente da “**teoria** do conhecimento” para si mesma. GA65 (Casanova): 44 A “**teoria** do conhecimento”, porém, é apenas a forma da perplexidade da metafísica moderna diante de si mesma. GA65 (Casanova): 44 A confusão chega ao seu ápice, quando, então, essa “**teoria** do conhecimento” se arroga ainda uma vez como “metafísica do conhecimento”; o cálculo na calculadora da “aporética” e a “discussão aporética” “em si” de “direções” e de “fronts de problemas” presentes à vista se tomam, e, em [[termos:v:verdade:start|verdade]], com plena razão, o método da erudição filosófica mais moderna. GA65 (Casanova): 44 Como é, porém, que esse abandono do seer pode chegar a ganhar o espaço do conhecimento e a se decidir, se já aquilo que Nietzsche experimentou e pensou integralmente pela primeira vez como niilismo permaneceu até agora inconcebido e, antes de tudo, não nos coagiu à meditação? Tomou-se conhecimento da “**teoria**” nietzschiana sobre o “niilismo” como uma psicologia da cultura interessante, mas antes disso as pessoas fizeram o sinal da cruz diante de sua verdade, isto é, elas mantiveram aberta ou tacitamente essa verdade afastada do corpo como algo diabólico. GA65 (Casanova): 72 O que é “mais seguro”: a imediata descrição ingênua ou o experimento exato? A primeira opção, porque ela pressupõe “menos” **teoria**! O que significa a exigência da repetibilidade do experimento? 1) Constância das circunstâncias e instrumentos. GA65 (Casanova): 80 2) Comunicação da **teoria** pertinente e do questionamento. GA65 (Casanova): 80 d) Essa representação ainda encontra um emprego frequente na consideração da “**teoria** do conhecimento” que, se iniciando com [[termos:d:descartes:start|Descartes]], impede de início ao “[[termos:s:sujeito:start|sujeito]]” a saída e a ultrapassagem em direção ao “objeto” ou torna essa ligação duvidosa. GA65 (Casanova): 110 E até mesmo aquele [[termos:t:tempo:start|tempo]], que surge depois da metade do século XIX, não tem nem mesmo um saber sobre esse empenho da metafísica, mas mergulha na [[termos:t:tecnica:start|técnica]] da “**teoria** da ciência” e se reporta aí, não completamente sem razão, a Platão. GA65 (Casanova): 212 É somente por meio da ingenuidade filosófica da “**teoria** do conhecimento” e da interpretação “epistemológica” do idealismo que pôde surgir a falsa opinião de que o “idealismo” estaria distante da realidade efetiva e de que uma conversão ao “realismo” precisaria ajudá-lo nesse ponto. GA65 (Casanova): 259 As duas interpretações são dependentes daquilo que tornou possível a “ontologia” e a “**teoria** do conhecimento”, isto é, elas são dependentes da metafisica. GA65 (Casanova): 273 Mas e se nós buscássemos a salvação em meio a um caminho de volta à intuição goethiana da natureza e, então, transformássemos mesmo a “[[termos:t:terra-dh:start|terra]]” e a “[[termos:v:vida-dh:start|vida]]” em **teoria**? E se o revolvimento no irracional começar e, então, com maior razão, tudo se mantiver como era até aqui, sim, se o que se tinha até aqui for, então, completamente ratificado sem restrição? Isso ainda está por vir, pois sem isso a Modernidade não alcançaria sua consumação. GA65 (Casanova): 275 {{indexmenu>.#1|skipns=/^playground|^wiki/ nsonly}}