===== GA6T2:477-478 – SCHELLING E KIERKEGAARD ===== Existência: um ser si mesmo (Selbstsein) — subjetividade (vontade do entendimento, [[termos:e:ego-hlex:start|ego]] cogito) tornar-se manifesto (offenbar werden) contradição — distinção (Widerspruch — Unterscheidung) “paixão” — “impulso” — “vontade sapiente” — “devir” (»[[termos:l:leidenschaft:start|Leidenschaft]]« — »[[termos:d:drang:start|Drang]]« — »wissender [[termos:w:wille:start|Wille]]« — »[[termos:w:werden:start|Werden]]«) Mas, em Kierkegaard: 1. Limitada ao homem, só ele existe. 2. Existência — interesse na existência, realidade efetiva (Wirklichkeit). 3. Esse interesse não é uma representação (Vorstellen), mas um acreditar (Glauben) em..., dedicar-se ao efetivamente real, deixar que o efetivamente real se aproxime de si. 4. Acreditar em um outro, não como ligação com uma doutrina e sua [[termos:v:verdade:start|verdade]], mas como ligação ao verdadeiro enquanto o efetivamente real, crescer juntamente com ele, concretamente. 5. Acreditar que Deus esteve aí como homem, infinitamente interessado — acreditar como ser Cristo, isto é, tornar-se Cristo. A descrença como pecado (Der Unglaube [[termos:a:als:start|als]] die Sünde). (GA6T2PT:367-368) {{indexmenu>.#1|skipns=/^playground|^wiki/ nsonly}}