====== White ====== Carol J. White **Obra Monográfica Autoral** * WHITE, Carol J. **Time and Death: Heidegger's Analysis of Being-upon-the-End**. Edited by Mark Ralkowski; foreword by Hubert L. Dreyfus. Lanham, MD: Rowman & Littlefield, 2005. (Refiguring Continental Philosophy). **Ensaios e Artigos em Periódicos e Coletâneas** * WHITE, Carol J. **Heidegger and the Problem of Knowledge**. In: Philosophy and Phenomenological Research, Providence, RI: International Phenomenological Society, v. 38, n. 2, p. 226-240, 1977. * WHITE, Carol J. **Dasein, The Being That Decides on Its Own Being**. In: The Southern Journal of Philosophy, Memphis, TN, v. 28, n. 1, p. 109-130, 1990. * WHITE, Carol J. **Heidegger's Concept of Death and the Challenge of Nothingness**. In: International Philosophical Quarterly, Bronx, NY: Fordham University, v. 31, n. 1, p. 61-75, 1991. * WHITE, Carol J. **The 'End' of Dasein and the Problem of Wholeness in Being and Time**. In: Man and World (atual Continental Philosophy Review), Dordrecht: Kluwer Academic Publishers, v. 25, n. 3-4, p. 389-408, 1992. **Eixos da Contribuição de Carol J. White** * **Reinterpretação da Morte e da Totalidade em //Ser e Tempo//:** Em sua obra seminal //Time and Death//, White desafia a interpretação tradicional e existencialista vulgar de que o ser-para-a-morte (//Sein-zum-Tode//) consiste simplesmente no confronto com a finitude biológica ou na expectativa ansiosa do falecimento empírico. White defende a tese de que a morte em Heidegger deve ser compreendida ontologicamente como o colapso estrutural das possibilidades de significação e dos papéis práticos do //Dasein// no interior do mundo. * **O Ser-sobre-o-fim (//Being-upon-the-End//):** A autora reelabora a noção heideggeriana de fim, argumentando que o homem vive continuamente em relação ao seu próprio horizonte de limite e vulnerabilidade, onde o "nada" não é mera cessação, mas a própria condição que permite a apropriação autêntica da existência. * **Interlocução com a Filosofia Analítica e a Escola de Berkeley:** Discípula e colaboradora influente de Hubert L. Dreyfus, White destacou-se pela clareza analítica e rigor conceitual aplicados à fenomenologia, desfazendo mal-entendidos sobre o suposto subjetivismo ou solipsismo heideggeriano e reformulando a questão do conhecimento à luz do engajamento prático primordial no mundo. {{tag>White}}