obra:ga67:ga67i123-sentido-do-ser
Differences
This shows you the differences between two versions of the page.
| obra:ga67:ga67i123-sentido-do-ser [16/01/2026 14:40] – created - external edit 127.0.0.1 | obra:ga67:ga67i123-sentido-do-ser [29/08/2026 13:29] (current) – external edit 127.0.0.1 | ||
|---|---|---|---|
| Line 1: | Line 1: | ||
| + | ===== Sentido do ser (123) ===== | ||
| + | <tabbox Casanova> | ||
| + | Certamente o que está em questão é: como é a entidade possível? A colocação da questão dá-se porém da seguinte maneira: qual é o “sentido” (o âmbito essencializante do esboço, o desvelado, a verdade) do ser? Mas por que se pergunta assim? Apenas para galgar o próximo estágio mais elevado da pergunta pela possibilidade? | ||
| + | |||
| + | O tempo não é apenas e em primeiro lugar um bastidor que é uma vez mais empurrado para trás do ser, a fim de que ele mesmo tenha uma vez mais um pano de fundo questionável. Tempo é o nome para o ser que essencializa a si mesmo enquanto desvelamento. Mas como é que ele poderia chegar a ser questionado em meio a todo o acossamento perdurante através da metafísica senão com os modos metafísicos de proceder? Com isto alcança-se a “transcendência do ser-situado” que se encontra caracteristicamente ambíguo entre a “subjetividade” completamente superada em seu conteúdo objetivo e o ser-situado a ser fundado. Pois em parte alguma pensa-se no sentido do sujeito; a história é pensada enquanto historicidade do ser-situado, | ||
| + | |||
| + | <tabbox Original> | ||
| + | Gewiß ist gefragt: Wie ist die Seiendheit möglich – nämlich gefragt in der Weise: welches ist der »Sinn« (d.h. der Wesende Entwurfsbereich, | ||
| + | |||
| + | Sie ist Nicht nur und nicht zuerst eine Kulisse, die noch einmal hinter das Sein geschoben wird, damit es einen, selbst wieder fraglichen Hintergrund Habe; Zeit ist der Name für das als Unverborgenheit selbst wesende Sein. Aber wie soll überhaupt in all der festwährenden Bedrängung durch die Metaphysik erstmals gefragt Werden, es sei denn mit ihren Weisen des Vorgehens? Daher kommt es zur »Transzendenz des Daseins«, die eigentümlich zweideutig steht zwischen der in der Sache durchaus überwundenen »Subjektivität« und dem zugründenden Da-sein; denn nirgends ist im Sinne des Subjekts gedacht; die Geschichte ist als Geschichtlichkeit des Daseins, dieses als wesentlich bestimmt gedacht durch das Seinsverständnis. Ver-stehen aber als Entwurf, der inständlich in sein Offenes geworfen und nie gleichsam daü Entworfene als sein Gemächte sich zurechnen sollte. | ||
| + | |||
| + | </ | ||
| + | |||
| + | {{tag> | ||
