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| + | ===== HISTÓRIA DO HOMEM (GESCHICHTE DES MENSCHEN) ===== | ||
| + | Geschichte des Menschen | ||
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| + | O acontecimento apropriador é o entre no que concerne ao passar ao largo do deus e à **HISTÓRIA DO HOMEM**. Mas não o campo intermediário indiferente. Ao contrário, a referência ao passar ao largo é a abertura usada por deus do dilaceramento em meio a um fosso abissal; por outro lado, a referência ao homem é o deixar emergir que se apropria em meio ao acontecimento da fundação do ser-aí e, com isto, da necessidade do abrigo da verdade do seer no ente como de uma restituição do ente. (tr. Casanova; GA65: 7) | ||
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| + | A necessidade da filosofia consiste no fato de que ela não precisa afastar como meditação aquela indigência, | ||
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| + | Aquela indigência é, contudo, diversa nos inícios e transições essenciais da **HISTÓRIA DO HOMEM**. Nunca, porém, calculando externamente e de maneira míope, pode-se tomar a indigência como uma falha, como uma miséria e coisas do gênero. Ela se encontra para além de toda e qualquer valoração “pessimista” ou “otimista”. Sempre de acordo com a experiência inicial dessa indigência, | ||
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| + | O que significa aqui decisão? Ela determina sua essência a partir da essência da transição da Modernidade para o seu outro. Ela determina por meio daí a sua essência ou a transição é apenas o aceno para o interior de sua essência? As “decisões” surgem porque um outro início precisa ser? E esse outro início precisa ser, porque a essência do próprio seer é de-cisão e doa pela primeira vez nesse desdobramento essencial a sua verdade na **HISTÓRIA DO HOMEM**? É necessário aqui talvez dizer até mesmo de maneira pormenorizada aquilo que não se tem em vista com a expressão acerca da verdade do seer. (tr. Casanova; GA65: 44) | ||
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| + | A abertura do fosso abissal tem sua primeira e mais ampla mensuração na necessidade do deus em uma direção e no pertencimento (ao seer) do homem segundo a outra direção. Aqui se essenciam os precipícios do deus e a subida do homem como aquele que é fundado no ser-aí. A abertura do fosso abissal é o alijamento interior incalculável do acontecimento da apropriação, | ||
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| + | Aqui, a essência do seer não pode ser nem deduzida por meio da leitura de um ente determinado, | ||
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| + | Falando em termos “formais”, | ||
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| + | Aquele pertencimento ao seer e essa necessidade do seer desentranham pela primeira vez o seer em seu encobrir-se como aquele ponto central marcado pela viragem, no qual o pertencimento ultrapassa a necessidade e a necessidade prepondera sobre o pertencimento: | ||
| + | Entrementes, | ||
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