obra:ga65:temas:enquanto-ser-ai
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| + | ===== ENQUANTO SER-AÍ (ALS DA-SEIN) ===== | ||
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| + | Se algum dia uma história nos for ainda uma vez comunicada, a exposição criadora ao ente a partir do pertencimento ao ser, então é indispensável a determinação: | ||
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| + | O pressentir abre a amplitude do encobrimento do que se encontra em uma relação de referência e talvez recusado. O pressentimento – visado em termos da tonalidade afetiva fundamental – não se remete de maneira alguma apenas, tal como acontece com o pressentimento habitual pensado em termos de cálculo, para aquilo que está por vir e para o que é apenas iminente, ele mensura transversalmente e avalia por meio de tal mensuração toda a temporalidade: | ||
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| + | Se essa retenção ganha voz, o dito é sempre o acontecimento apropriador. Compreender esse dizer significa, contudo, levar a termo o projeto e o salto para o interior do acontecimento apropriador. O dizer funda enquanto silenciar. Sua palavra não é, por exemplo, apenas um sinal de algo completamente diverso. O que ele denomina é visado. Mas o “visar” só é próprio **ENQUANTO SER-AÍ**, o que significa dizer que ele só é próprio de maneira pensante no questionar. (tr. Casanova; GA65: 38) | ||
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| + | O seer precisa do homem, para que ele se essencie, e o homem pertence ao seer, algo com vistas ao que ele consuma a sua mais extrema determinação **ENQUANTO SER-AÍ**. O seer, porém, não se torna com isso dependente de um outro, ainda que esse precisar constitua sua essência e não seja apenas uma consequência da essência? Como é que temos o direito de falar de de-pendência onde esse precisar recria precisamente o que é precisado em seu fundamento, dominando-o para o seu si mesmo. E como é que o homem, inversamente, | ||
| + | (O projeto e o ser-aí) Ele é primeiro o entre, em cuja abertura o ente e a entidade são diferenciáveis; | ||
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