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| + | ====== GA36-37 Sein und Wahrheit ====== | ||
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| + | //Sein und Wahrheit// | ||
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| + | * 1. Die Grundfrage der Philosophie (SS 1933) / A questão fundamental da filosofia | ||
| + | * 2. Vom Wesen der Wahrheit (WS 1933/34) / Da essência da verdade | ||
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| + | Traduções | ||
| + | * HEIDEGGER, Martin. Ser e Verdade. 1. A questão fundamental da filosofia. 2. Da essência da verdade. Tr. Emmanuel Carneiro Leão. Petrópolis: | ||
| + | * HEIDEGGER, Martin. Being and Truth. Tr. Gregory Fried and Richard Polt. Bloomington: | ||
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| + | **INTRODUÇÃO - A questão fundamental da filosofia e o acontecimento fundamental de nossa história** | ||
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| + | * § 1. A missão político-espiritual como decisão para a questão fundamental | ||
| + | * § 2. O questionamento da poesia e do pensamento gregos e o princípio da filosofia. A filosofia como combate histórico que questiona sem cessar a essência do ser dos sendos | ||
| + | * § 3. O que a filosofia não é. Recusa das tentativas inadequadas de determinação | ||
| + | * § 4. A questão fundamental da filosofia e a discussão com a história do espírito ocidental em sua posição capital: Hegel | ||
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| + | **PARTE PRINCIPAL - Questão fundamental e metafísica. Preparação de uma discussão com Hegel** | ||
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| + | **PRIMEIRO CAPÍTULO - Elaboração, | ||
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| + | * § 5. Indicações para uma discussão com Hegel | ||
| + | * § 6. O conceito de metafísica e sua transformação até a metafísica clássica da Idade Moderna | ||
| + | * a) Origem do conceito de metafísica como etiqueta técnica de classificação para determinados escritos aristotélicos (meta ta physika) | ||
| + | * b) Do título de classificação para o conceito real. A transformação cristã do conceito de metafísica: | ||
| + | * § 7. A questão crítica de Kant sobre a possibilidade do conhecimento metafísico e a divisão clássica de metafísica | ||
| + | * a) Sobre a repercussão da índole cristã do conceito de metafísica | ||
| + | * b) As três disciplinas racionais da metafísica moderna e a questão de Kant sobre a possibilidade interna e os limites do conhecimento metafísico enquanto conhecimento da razão pura | ||
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| + | **SEGUNDO CAPÍTULO - O sistema da metafísica moderna e seu primeiro fundamento principal de determinação: | ||
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| + | * § 8. Observações prévias sobre o conceito e significado do matemático na metafísica | ||
| + | * a) Tarefa: retorno histórico para os pontos de inversão do conceito de metafísica | ||
| + | * b) Conceito grego do que pode ser ensinado e aprendido (ta mathemata) e a conexão interna entre o " | ||
| + | * § 9. A precedência do matemático e sua decisão prévia sobre o conteúdo da filosofia moderna: a ideia possível de verdade e a possibilidade de saber | ||
| + | * § 10. A metafísica moderna e suas falhas no princípio aparentemente novo em Descartes | ||
| + | * a) A imagem costumeira de Descartes e a nova fundação rigorosa da filosofia pela consideração radical da dúvida | ||
| + | * b) A aparente radicalidade e a nova fundamentação de Descartes sob o predomínio da ideia matemática de método | ||
| + | * α) A dúvida metódica como caminho do indubitável. O mais simples e o mais evidente é o fundamento | ||
| + | * β) A dúvida como aparência. A decisão prévia por algo indubitável com o caráter de coisa | ||
| + | * γ) O fundamentum como eu | ||
| + | * δ) O eu como eu mesmo. A consideração do si-mesmo como ilusão | ||
| + | * ε) A essência do eu (mesmo) como consciência | ||
| + | * ζ) O si-mesmo como eu e o eu como " | ||
| + | * c) A consequência de conteúdo deste predomínio da ideia matemática do método: não alcançar o si-mesmo próprio do homem nem a questão fundamental da filosofia. A decisão prévia da certeza matemática sobre a verdade e o ser | ||
| + | * § 11. O predomínio da ideia de método matemático na construção dos sistemas metafísicos do século XVIII | ||
| + | * § 12. Definições introdutórias tiradas da Ontologia de Wolff. Partir dos princípios filosóficos de todo conhecimento humano | ||
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| + | **TERCEIRO CAPÍTULO - Determinação cristã e ideia matemático-metódica de fundamentação nos sistemas metafísicos da Idade Moderna** | ||
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| + | * § 13. O entrelaçamento das duas tarefas principais: fundamentação da essência do ser em geral e demonstração da essência e existência de Deus | ||
| + | * § 14. O caráter matemático do sistema a partir da metafísica de Baumgarten | ||
| + | * a) O conceito de veritas metaphysica: | ||
| + | * b) Reflexões prévias sobre o caráter de princípio do princípio, a partir do que o ens in communi há de deixar-se determinar | ||
| + | * § 15. O ponto de partida de Baumgarten pelo e no possibile (o que pode ser) e o princípio lógico da contradição como princípio absolutamente primeiro da metafísica | ||
| + | * § 16. Observações para fundar o principium primum. O princípio da contradição e a presença do homem: a preservação da " | ||
| + | * § 17. A determinação lógico-matemática do ponto de partida, meta e derivação no sistema metafísico de Baumgarten | ||
| + | * a) O summum ens como perfectissimum. O perfectum pertence ao conceito de ser e à propriedade da transição para o ser supremo | ||
| + | * b) Os passos principais na construção do sistema metafísico | ||
| + | * α) O ponto de partida do que se pode pensar no pensamento judicativo (predicativo) e o princípio do fundamento | ||
| + | * β) A delimitação lógica do ens. A possibilitas como essentia (ser algo): compatibilidade das determinações internas e simples | ||
| + | * γ) A relatio ad unum da essentia como perfectum. O sentido matemático de compatibilidade do perfectum | ||
| + | * δ) A propriedade do perfectum como transição para o summum ens: capacitação necessária, | ||
| + | * ε) O summum ens como perfectissimum e as determinações do ser incluídas | ||
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| + | **QUARTO CAPÍTULO - Hegel. A plenitude da metafísica como teo-lógica** | ||
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| + | * § 18. Transição para Hegel | ||
| + | * § 19. O caráter fundamental da metafísica de Hegel. Metafísica como teo-lógica | ||
| + | * a) A metafísica de Hegel como lógica | ||
| + | * α) A ciência da lógica como propriamente metafísica | ||
| + | * β) A metafísica como lógica num perfil mais elevado. A lógica do logos como lógica das essências puras | ||
| + | * γ) A lógica superior como lógica da razão | ||
| + | * αα) A essência da razão como saber consciente de si mesmo | ||
| + | * ββ) A verdade (o saber de si mesma) da razão como espírito absoluto | ||
| + | * b) Lógica como sistema da consciência absoluta de si mesmo de Deus. Teo-lógica | ||
| + | * § 20. A plenitude da filosofia ocidental na metafísica como teo-lógica - e o questionamento desta " | ||
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| + | **CONCLUSÃO** | ||
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| + | * § 21. Discussão e empenho | ||
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