obra:ga36-37:problema-da-verdade-e-ilusorio-134-135
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| + | ===== O PROBLEMA DA VERDADE É ILUSÓRIO (134-135) ===== | ||
| + | Tentamos, na preleção anterior, interpretar mais precisamente o primeiro estágio do homem dentro da caverna (Höhle), explicitando com mais exatidão os seus diversos momentos. Concluímos com a remissão para a última frase, da qual resulta que se trata do ἀληθές (alethes), do desencoberto (Unverborgene). | ||
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| + | Aqui se determina, se alude positivamente ao desencoberto; | ||
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| + | Que é, pois, nesta situação, o desencoberto, | ||
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| + | Os homens designam o desencoberto como o sendo (Seiende). O desencoberto é o que é e está sendo. Os homens não estão apenas no desencoberto, | ||
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| + | Trata-se aqui de uma insinuação, | ||
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| + | Como se disse, não devemos simplesmente dispor os estágios um depois do outro, mas devemos sempre levar junto conosco o que se disse no estágio anterior. No primeiro estágio, tratou-se de um estado (Im ersten Stadium handelte es sich um den Zustand). O segundo estágio deve começar com uma história, já que se trata de uma história (de um acontecimento) (Geschichte (ein Geschehen)). Que acontece? | ||
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| + | (HEIDEGGER, Martin. Ser e Verdade. 1. A questão fundamental da filosofia. 2. Da essência da verdade. Tr. Emmanuel Carneiro Leão. Petrópolis: | ||
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