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 +====== GA27 Einleitung in die Philosophie ======
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 +//Einleitung in die Philosophie (Wintersemester 1928/1929), eds Otto Saame and Ina Saame-Speidel, 1. Auflage 1996. 2., durchgesehene Auflage 2001. / Introdução à Filosofia. Tr. Marco Antonio Casanova. São Paulo : Martins Fontes, 2008 [GA27PT] / Introducción a la filosofía. Tr. Manuel Jiménez Redondo. Madrid : Cátedra, 2001 [GA27ES]//
 +
 +EINFÜHRUNG Die Aufgabe einer Einleitung in die Philosophie
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 +ERSTER ABSCHNITT PHILOSOPHIE UND WISSENSCHAFT
 +
 +ZWEITER ABSCHNITT PHILOSOPHIE UND WELTANSCHAUUNG
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 +**INTRODUÇÃO A TAREFA DE UMA INTRODUÇÃO À FILOSOFIA**
 +
 +  * § 1. Ser homem já significa filosofar
 +  * § 2. Introduzir significa: pôr o filosofar em curso
 +  * § 3. Pré-compreensão da filosofia
 +  * § 4. Como a filosofia se relaciona com a ciência, com a visão de mundo e com a história?
 +
 +**PRIMEIRA SEÇÃO FILOSOFIA E CIÊNCIA**
 +
 +**Primeiro capítulo O que significa filosofia?**
 +
 +  * § 5. A filosofia é uma ciência?
 +  * § 6. As concepções antiga e moderna de filosofia
 +  * § 7. O termo "filosofia"
 +
 +**Segundo capítulo A pergunta sobre a essência da ciência**
 +
 +  * § 8. Pergunta provisória sobre a essência da ciência a partir de sua crise
 +    * a) A crise na relação do indivíduo com a ciência
 +    * b) A crise da ciência em vista de sua posição no todo do ser-aí histórico-social
 +    * c) A crise na estrutura interna da própria ciência
 +  * § 9. Nova meditação sobre a essência da ciência
 +    * a) Ciência como conhecimento metódico, sistemático, exato e universalmente válido
 +    * b) Ciência e verdade - adaequatio intellectus ad rem
 +  * § 10. Verdade como verdade proposicional
 +    * a) O conceito tradicional de verdade
 +    * b) Verdade como caráter de uma proposição: ligação de sujeito e predicado
 +    * c) Os primórdios do problema da verdade na Antiguidade
 +  * § 11. Sobre o problema da relação sujeito-objeto. Relação predicativa e relação veritativa
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 +**Terceiro capítulo Verdade e ser Da essência originária da verdade como desvelamento**
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 +  * § 12. A essência originária da verdade
 +    * a) Retrocesso por detrás da relação sujeito-objeto: o ser junto a
 +    * b) O ser junto a... como determinação existencial do ser-aí
 +    * c) O anunciar-se do ente em contextos conjunturais
 +    * d) Verdade como desvelamento. Modos diversos de manifestação do ente
 +  * § 13. Modo de ser e manifestação. Diversos modos de ser do ente
 +    * a) Subsistir-por-si-conjuntamente - ser-um-com-o-outro
 +    * b) Ser-um-com-o-outro: o comportar-se de muitos em relação ao mesmo
 +    * c) Mesmidade
 +    * d) O mesmo como algo compartilhado
 +    * e) Participação significa compartilhamento?
 +    * f) Do deixar-ser as coisas
 +  * § 14. Compartilhamos o desvelamento do ente
 +    * a) Ser-um-com-o-outro é um compartilhamento da verdade
 +    * b) O desvelamento do ente por si subsistente
 +    * c) O pertencimento da verdade ao ser-aí não implica que a verdade seja algo "subjetivo"
 +    * d) Ser junto ao ente por si subsistente e ser-um-com-o-outro pertencem co-originariamente à essência do ser-aí
 +    * e) O ser descobridor do ser-aí. Verdade do ente por si subsistente e o ente que está à mão como o ter-sido-descoberto
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 +**Quarto capítulo Verdade - Ser-aí - Ser-com**
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 +  * § 15. O ser descobridor do ser-aí das crianças e do ser-aí dos primórdios da humanidade
 +  * § 16. O ter-sido-descoberto do ente por si subsistente e a manifestação do ser-aí
 +  * § 17. A manifestação do ser-aí qua ser-aí
 +  * § 18. Ser-aí e ser-com
 +  * § 19. A monadologia de Leibniz e a interpretação do ser-um-com-o-outro
 +  * § 20. A comunidade sobre a base do um-com-o-outro
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 +**Quinto capítulo O âmbito essencial da verdade e a essência da ciência**
 +
 +  * § 21. Resumo de nossa interpretação da verdade
 +  * § 22. A determinação da essência da ciência a partir do conceito originário de verdade
 +    * a) Ciência, um tipo de verdade?
 +    * b) Ser-aí pré-científico e ser-aí científico
 +    * c) Verdade científica
 +  * § 23. Ciência como postura fundamental possível da existência humana. bios theoritekos - vita contemplativa
 +  * § 24. A implicação recíproca originária existente entre teoria e prática no theorein enquanto ato de tornar manifesto o ente
 +  * § 25. Construção da essência da ciência
 +    * a) Ser-na-verdade em virtude da verdade
 +    * b) A ação primordial. O deixar-ser o ente
 +  * § 26. A mudança da compreensão de ser no projeto científico. A nova determinação do ente como natureza
 +    * a) O caráter prévio da compreensão de ser em relação a todo conceber
 +    * b) Mudança da compreensão de ser: um exemplo da física
 +    * c) A positividade da ciência. O projeto prévio, não-objetivo, de-marcador do campo da constituição de ser
 +
 +**Sexto capítulo Sobre a diferença entre ciência e filosofia**
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 +  * § 27. O projeto da constituição ontológica do ente como possibilitação interna da positividade, isto é, da essência da ciência. Compreensão de ser pré-ontológica e ontológica
 +  * § 28. Verdade ôntica e ontológica. Verdade e transcendência do ser-aí
 +  * § 29. Filosofar como transcender faz parte da essência do ser-aí humano
 +  * § 30. Os diferentes âmbitos de questionamento da filosofia e da ciência
 +  * § 31. Um resumo do que foi anteriormente visto. Compreensão de ser como fato originário do ser-aí: a possibilidade da diferença ontológica. A diferença ontológica e a diferença entre filosofia e ciência
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 +**SEGUNDA SEÇÃO FILOSOFIA E VISÃO DE MUNDO**
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 +**Primeiro capítulo Visão de mundo e conceito de mundo**
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 +  * § 32. O que é visão de mundo?
 +    * a) A expressão "visão de mundo"
 +    * b) Interpretações da visão do mundo: Dilthey - Jaspers - Scheler
 +  * § 33. O que significa mundo?
 +    * a) O conceito de mundo na filosofia antiga e no cristianismo primitivo
 +    * b) O conceito de mundo na metafísica escolar
 +  * § 34. O conceito kantiano de mundo
 +    * a) O conceito kantiano de mundo na Crítica da razão pura
 +    * b) Excurso: a fundamentação kantiana da metafísica
 +      * α) As teses centrais
 +      * β) A fundamentação
 +    * c) Excurso: a dialética kantiana
 +    * d) O conceito kantiano de "ideia"
 +    * e) Mundo como ideia da totalidade dos fenômenos: como correlato do conhecimento humano finito
 +    * f) Ideia e ideal. A determinação plena do conceito de mundo como ideal transcendental
 +    * g) A significação existencial do conceito de mundo
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 +**Segundo capítulo Visão de mundo e ser-no-mundo**
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 +  * § 35. Ser-aí como ser-no-mundo
 +  * § 36. Mundo como "jogo da vida"
 +    * a) O ser-no-mundo como jogo originário da transcendência
 +    * b) Transcendência qua compreensão de ser como jogo
 +    * c) A correlação entre ser e pensar. Seu estreitamento na interpretação "lógica" da compreensão de ser
 +  * § 37. Obtenção de uma compreensão mais concreta da transcendência
 +    * a) O caráter-de-si-mesmo (em virtude de si mesmo) como determinação ontológica do ser-aí. O ser-entregue como determinação intrínseca ao ser-no-mundo
 +    * b) Estar entregue como o ter-sido-jogado
 +    * c) Facticidade e ter-sido-jogado. Nulidade e finitude do ser-aí. Dispersão e singularização
 +    * d) A ausência de apoio do ser-no-mundo
 +  * § 38. O caráter estrutural da transcendência
 +    * a) Retrospectiva do caráter estrutural conquistado pelo ser-no-mundo
 +    * b) Visão de mundo como manter-se no ser-no-mundo, como apoiar-se no ser-no-mundo
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 +**Terceiro capítulo O problema da visão de mundo**
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 +  * § 39. Questões fundamentais referentes ao problema de princípio intrínseco à visão de mundo
 +    * a) Visão de mundo como ser-no-mundo faticamente assimilado
 +    * b) O conceito de visão de mundo em Dilthey
 +  * § 40. Como a visão de mundo se relaciona com o filosofar?
 +    * a) A forma vulgar do problema: a filosofia pode e deve formar uma visão de mundo científica?
 +    * b) Sobre a historicidade das visões de mundo
 +  * § 41. Duas possibilidades fundamentais da visão de mundo
 +    * a) Visão de mundo no mito: concessão de abrigo como apoio ante a supremacia do próprio ente
 +    * b) Degeneração da concessão de abrigo: visão de mundo transformada em estrutura de funcionamento
 +  * § 42. A outra possibilidade fundamental: visão de mundo como postura
 +    * a) A visão de mundo como postura e a confrontação com o ente daí emergente
 +    * b) Visão de mundo como postura e a mudança da verdade como tal
 +    * c) Formas de degeneração da visão de mundo como postura
 +  * § 43. Da relação interna entre a visão de mundo como postura e a filosofia
 +    * a) Sobre a problemática dessa relação
 +    * b) Filosofia é a visão de mundo como postura em um sentido insigne
 +  * § 44. Na visão de mundo como postura irrompe o problema do ser
 +    * a) O despertar do problema do ser a partir da visão de mundo no mito como concessão de abrigo
 +    * b) Formas históricas da formação da filosofia a partir da visão de mundo como concessão de abrigo e como postura
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 +**Quarto capítulo A conexão entre filosofia e visão de mundo**
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 +  * § 45. O problema do ser e o problema do mundo
 +    * a) A pergunta acerca do ser como pergunta acerca do fundamento e o problema do mundo
 +    * b) No problema do ser e no problema do mundo a transcendência ganha a forma de uma elaboração conceitual
 +  * § 46. Filosofia como postura fundamental: deixar acontecer a transcendência a partir de seu fundamento
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