obra:ga27:ser-junto-a-sein-bei-70a72
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| + | ===== SER JUNTO A (70-72) ===== | ||
| + | Se frisamos: um ser junto a... já se encontra à base da enunciação, | ||
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| + | Isso não significa que outro ente não seria efetivamente real, mas apenas que o modo de ser junto a um outro ente é fundamentalmente diverso. Animais e plantas vivem; as coisas materiais, a “natureza” em um sentido totalmente definido, subsistem por si; as coisas de uso são à mão. Terminologicamente resulta daí o paradoxo de que o homem não vive, mas existe. Certamente, uma interpretação mais exata da existência é capaz de mostrar que o homem “de mais a mais também vive”, mas que o que constitui o modo de ser do animal e da planta como vida recebe no interior da existência do homem, porquanto ele possui um corpo, um sentido totalmente diverso e próprio . Diferentemente do modo de ser das coisas (75) como, por exemplo, as pedras e os cascalhos, coisas como o giz, o apagador, o quadro-negro, | ||
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| + | Ser junto a... é um modo de ser que advém ao ente que existe, o qual tem justamente esse modo fundamental e específico de ser, um modo fundamental de ser que se manifesta, mesmo que apenas em um aspecto, nesse ser junto a... Se esse ser junto a... é uma modalidade da existência do ser-aí, então é preciso que a (76) possibilidade interna dessa modalidade seja esclarecida, | ||
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