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 +====== GA20 Prolegomena zur Geschichte des Zeitbegriffs ======
  
 +//Prolegomena zur Geschichte des Zeitbegriffs (Sommersemester 1925), ed. Petra Jaeger, 1. Auflage 1979. 2., durchgesehene Auflage 1988. 3., durchgesehene Auflage 1994. / Prolégomènes à l’histoire du concept de temps, trad. A. Boutot, Paris, Gallimard, 2006 [GA20FR] / Prolegómenos para una Historia del Concepto de Tiempo. Tr. Jaime Aspiunza. Madrid: Alianza Editorial, 2006 [GA20ES] / History of the Concept of Time. Prolegomena. Tr. Theodore Kisiel. Bloomington: Indiana University Press, 1985 [GA20EN]//
 +
 +INHALT
 +
 +EINLEITUNG Das Thema der Vorlesung und seine Behandlungsart
 +
 +VORBEREITENDER TEIL Sinn und Aufgabe der phänornendlogischen Forschung
 +
 +Erstes Kapitel Entstehung und erster Durchbruch der phänomenologischen Forschung
 +
 +Zweites Kapitel Die fundamentalen Entdeckungen der Phänomenologie, ihr. Prinzip und die Klärung ihres Namens
 +
 +Drittes Kapitel Die erste Ausbildung der phänomenologischen Forschung und die Notwendigkeit einer radikalen Besinnung in ihr selbst und aus ihr selbst heraus
 +
 +HAUPTTEIL Analyse des Zeitphänomens und Gewinnung des Zeitbegriffs
 +
 +ERSTER ABSCHNITT Die vorbereitende Deskription des Feldes, in dem das Phänomen der Zeit sichtbar wird
 +
 +Erstes Kapitel Die in der Seinsfrage gegründete Phänomenologie
 +
 +Zweites Kapitel Die Ausarbeitung der Seinsfrage im Sinne einer ersten Explikation des Daseins
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 +Drittes Kapitel Die nächste Explikation des Daseins aus seiner Alltäglichkeit. Die Grundverfassung des Daseins als ln-der-Welt-sein
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 +Viertes Kapitel Ursprünglichere Explikation des In-Seins: das Sein des Daseins als Sorge
 +
 +ZWEITER ABSCHNITT Die Freilegung der Zeit selbst
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 +<tabbox tradução>
 +  * § 1. Natureza e história como domínios de objetos para as ciências
 +  * § 2. Prolegômenos a uma fenomenologia da história e da natureza sob o fio condutor da história do conceito de tempo
 +  * § 3. Esboço do curso
 +
 +** PARTE PRELIMINAR — SENTIDO E TAREFA DA PESQUISA FENOMENOLÓGICA **
 +
 +** Capítulo Primeiro — Surgimento e primeira irrupção da pesquisa fenomenológica **
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 +  * § 4. A situação da filosofia na segunda metade do século XIX. A filosofia e as ciências
 +    * a) A posição do positivismo
 +    * b) O neokantismo — a redescoberta de Kant na filosofia da ciência
 +    * c) Crítica ao positivismo — a exigência de Dilthey de um método autônomo para as ciências do espírito
 +    * d) A trivialização da problemática de Dilthey por Windelband e Rickert
 +    * e) A filosofia como «filosofia científica» — a psicologia como ciência fundamental da filosofia (a doutrina da consciência)
 +      * α) Franz Brentano
 +      * β) Edmund Husserl
 +
 +** Capítulo Segundo — As descobertas fundamentais da fenomenologia, seu princípio e o esclarecimento de seu nome **
 +
 +  * § 5. A intencionalidade
 +    * a) A intencionalidade como estrutura das vivências: demonstração e primeiro esclarecimento
 +    * b) O equívoco de Rickert acerca da fenomenologia e da intencionalidade
 +    * c) A constituição fundamental da intencionalidade como tal
 +      * α) O percebido da percepção: o ente em si mesmo (coisa do mundo circundante, coisa natural, coisalidade)
 +      * β) O percebido da percepção: o como do ser-intencionado (o caráter de percebido do ente, o caráter de presença corporal)
 +      * γ) Primeira indicação do modo fundamental da intencionalidade como copertencimento de intentio e intentum
 +  * § 6. A intuição categorial
 +    * a) Visar intencional e preenchimento intencional
 +      * α) Identificação como preenchimento demonstrativo
 +      * β) Evidência como preenchimento identificador
 +      * γ) Verdade como identificação demonstrativa
 +      * δ) Verdade e ser
 +    * b) Intuição e expressão
 +      * α) Expressão de percepções
 +      * β) Atos simples e atos escalonados
 +    * c) Atos de síntese
 +    * d) Atos de ideação
 +      * α) Rejeição de equívocos
 +      * β) O significado dessa descoberta
 +  * § 7. O sentido originário do a priori
 +  * § 8. O princípio da fenomenologia
 +    * a) O significado da máxima «às coisas mesmas»
 +    * b) A autocompreensão da fenomenologia como descrição analítica da intencionalidade em seu a priori
 +  * § 9. Esclarecimento do nome «fenomenologia»
 +    * a) Esclarecimento do sentido originário dos componentes do nome
 +      * α) O sentido originário de fenômeno
 +      * β) O sentido originário de logos (logos apofântico e logos semântico)
 +    * b) Determinação da unidade de significado assim obtida e da pesquisa que lhe corresponde
 +    * c) Rejeição de alguns equívocos típicos acerca da fenomenologia decorrentes de seu nome
 +
 +** Capítulo Terceiro — O primeiro desenvolvimento da pesquisa fenomenológica e a necessidade de uma reflexão radical nela mesma e a partir dela mesma **
 +
 +  * § 10. Elaboração do campo temático: a determinação fundamental da intencionalidade
 +    * a) Explicitação da delimitação do campo temático da fenomenologia e fixação dos horizontes de trabalho em Husserl e Scheler
 +    * b) Reflexão fundamental sobre a estrutura regional do campo em sua originalidade: elaboração da consciência pura como região autônoma do ser
 +  * § 11. Crítica imanente da pesquisa fenomenológica: discussão crítica das quatro determinações da consciência pura
 +    * a) A consciência é ser imanente
 +    * b) A consciência é ser absoluto no sentido de doação absoluta
 +    * c) A consciência é absolutamente dada no sentido de «nulla re indiget ad existendum»
 +    * d) A consciência é ser puro
 +  * § 12. Demonstração da omissão da questão acerca do ser do intencional como campo fundamental da pesquisa fenomenológica
 +  * § 13. Demonstração da omissão da questão acerca do sentido do próprio ser e do ser do homem na fenomenologia
 +    * a) A necessária delimitação da fenomenologia em relação à psicologia naturalista e sua superação
 +    * b) A tentativa de Dilthey de uma «psicologia personalista» — sua ideia do homem como pessoa
 +    * c) A incorporação, por Husserl, da tendência personalista no «Ensaio Logos»
 +    * d) Crítica fundamental da psicologia personalista sobre base fenomenológica
 +    * e) A tentativa malsucedida de Scheler de determinar o modo de ser dos atos e daquele que realiza os atos
 +    * f) Resultado da reflexão crítica: a omissão da questão acerca do ser como tal e do ser do intencional funda-se na decadência (Verfallenheit) do próprio ser-aí (Dasein)
 +
 +** PARTE PRINCIPAL — ANÁLISE DO FENÔMENO DO TEMPO E OBTENÇÃO DO CONCEITO DE TEMPO **
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 +** PRIMEIRA SEÇÃO — DESCRIÇÃO PREPARATÓRIA DO CAMPO EM QUE O FENÔMENO DO TEMPO SE TORNA VISÍVEL **
 +
 +** Capítulo Primeiro — A fenomenologia fundada na questão do ser **
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 +  * § 14. Exposição da questão do ser a partir do sentido radicalmente compreendido do princípio fenomenológico
 +    * a) A retomada da tradição como repetição autêntica
 +    * b) Modificação do campo temático, do modo científico de tratá-lo e da autocompreensão precedente da fenomenologia mediante a reflexão crítica sobre a questão fundamental do ser como tal
 +    * c) Desdobramento da questão do ser sob o fio condutor do tempo
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 +** Capítulo Segundo — Elaboração da questão do ser no sentido de uma primeira explicitação do ser-aí (Dasein) **
 +
 +  * § 15. Surgimento da questão do ser a partir de uma pré-compreensão indeterminada do ser-aí (Dasein) — questão do ser e compreensão do ser
 +  * § 16. Estrutura interrogativa da questão do ser
 +  * § 17. Correlação entre a questão do ser e o ente que questiona (ser-aí, Dasein)
 +
 +** Capítulo Terceiro — A explicitação mais imediata do ser-aí (Dasein) a partir de sua cotidianidade. A constituição fundamental do ser-aí como ser-no-mundo (In-der-Welt-sein) **
 +
 +  * § 18. Obtenção das estruturas fundamentais da constituição básica do ser-aí (Dasein)
 +    * a) O ser-aí (Dasein) é no «ter de ser a cada vez»
 +    * b) O ser-aí (Dasein) no «ter de ser» da cotidianidade de sua respectividade
 +  * § 19. A constituição fundamental do ser-aí (Dasein) como ser-no-mundo (In-der-Welt-sein). O ser-em (In-Sein) do ser-aí e o ser-dentro das coisas simplesmente presentes
 +  * § 20. O conhecer como modo derivado do ser-em (In-Sein) do ser-aí (Dasein)
 +  * § 21. A mundanidade (Weltlichkeit) do mundo
 +    * a) A mundanidade do mundo como aquilo-em-que se abre o âmbito de encontro do ser-aí (Dasein)
 +    * b) A mundanidade do mundo circundante (Umwelt): o caráter circundante, o caráter espacial primário do «em torno» como constitutivo da mundanidade
 +  * § 22. O modo como a tradição passou por cima da questão da mundanidade do mundo, tomando Descartes como exemplo
 +  * § 23. Demonstração positiva da estrutura fundamental da mundanidade do mundo
 +    * a) Análise dos caracteres de encontro do mundo (indicação, remissão, totalidade remissiva, familiaridade, «impessoal» [Man])
 +    * b) Interpretação da estrutura de encontro do mundo circundante: a correlação fenomenal de fundamentação dos próprios caracteres de encontro
 +      * α) Interpretação fenomenológica mais precisa do mundo circundante da ocupação — o mundo da obra
 +      * β) Caracterização da função específica de encontro desse mundo da obra para o encontro das coisas mais próximas do mundo circundante — o caráter específico de realidade do utilizável (Zuhandene)
 +      * γ) A função específica de encontro do mundo da obra para deixar encontrar aquilo que já está sempre aí — o simplesmente presente (Vorhandene)
 +    * c) Determinação da estrutura fundamental da mundanidade como significatividade (Bedeutsamkeit)
 +      * α) Interpretação equivocada do fenômeno da remissão como substância e função
 +      * β) Sentido da estrutura de encontro pertencente ao mundo como significatividade
 +      * γ) Correlação entre os fenômenos da significatividade, do signo, da remissão e da relação
 +      * δ) O ser-no-mundo (In-der-Welt-sein), enquanto ocupado e compreensivo, descobre o mundo como significatividade
 +  * § 24. Estruturação interna da questão acerca da realidade do mundo exterior
 +    * a) A realidade do mundo exterior está dispensada de qualquer prova ou crença nela
 +    * b) A realidade do real (mundanidade do mundo) não pode ser determinada a partir de seu ser-objeto e de seu ser-apreendido
 +    * c) A realidade não é interpretada por meio do «em-si»; antes, esse próprio caráter necessita de interpretação
 +    * d) A realidade não deve ser compreendida primariamente a partir da presença corporal do percebido
 +    * e) A realidade não é suficientemente esclarecida pelo fenômeno da resistência como objeto do impulso e do esforço
 +  * § 25. A espacialidade do mundo
 +    * a) A estrutura fenomenal do caráter circundante como tal é constituída por: distanciamento (Entfernung), região (Gegend) e orientação (Ausrichtung)
 +    * b) A espacialidade primária do próprio ser-aí (Dasein): distanciamento, região e orientação são determinações do ser do ser-aí enquanto ser-no-mundo (In-der-Welt-sein)
 +    * c) Espacialização do mundo circundante e de seu espaço — espaço e extensão em sua determinação matemática, tomando Leibniz como exemplo
 +  * § 26. O «quem» do ser-no-mundo (In-der-Welt-sein)
 +    * a) Ser-aí (Dasein) como ser-com (Mitsein) — o ser dos outros como co-ser-aí (Mitdasein) (crítica da temática da empatia)
 +    * b) O impessoal (Man) como o «quem» do ser-uns-com-os-outros na cotidianidade
 +
 +** Capítulo Quarto — Explicitação mais originária do ser-em (In-Sein): o ser do ser-aí (Dasein) como cuidado (Sorge) **
 +
 +  * § 27. O ser-em (In-Sein) e o cuidado (Sorge) — esboço
 +  * § 28. O fenômeno do descobrimento
 +    * a) Estrutura do descobrimento do ser-aí (Dasein) em seu mundo: disposição afetiva (Befindlichkeit)
 +    * b) Compreender (Verstehen): realização do ser do descobrimento
 +    * c) Desenvolvimento do compreender na interpretação (Auslegung)
 +    * d) Discurso (Rede) e linguagem
 +      * α) Discorrer e ouvir
 +      * β) Discorrer e silenciar
 +      * γ) Discorrer e falatório (Gerede)
 +      * δ) Discurso e linguagem
 +  * § 29. A decadência (Verfallen) como movimento fundamental do ser-aí (Dasein)
 +    * a) O falatório (Gerede)
 +    * b) A curiosidade (Neugier)
 +    * c) A ambiguidade (Zweideutigkeit)
 +    * d) Os caracteres do movimento próprio da decadência
 +    * e) As estruturas fundamentais do ser-aí (Dasein) a partir do horizonte da decadência (Verfallenheit)
 +  * § 30. A estrutura do não-estar-em-casa (Unheimlichkeit)
 +    * a) O fenômeno da fuga e do temor
 +      * α) O temor como temer diante de algo, considerado segundo seus quatro momentos essenciais
 +      * β) As modificações do temor
 +      * γ) O temor no sentido de temer por algo ou alguém
 +    * b) A angústia (Angst) e o não-estar-em-casa (Unheimlichkeit)
 +    * c) Explicitação mais originária da decadência (Verfallen) e da angústia (Angst), ou não-estar-em-casa (Unheimlichkeit), em antecipação da constituição fundamental do ser-aí (Dasein) como cuidado (Sorge)
 +  * § 31. O cuidado (Sorge) como ser do ser-aí (Dasein)
 +    * a) Determinação da estrutura articulada do cuidado
 +    * b) Os fenômenos do impulso e da propensão
 +    * c) Cuidado e descobrimento
 +    * d) Cuidado e o caráter do «prévio» no compreender e na interpretação (posição prévia [Vorhabe], visão prévia [Vorsicht], concepção prévia [Vorgriff])
 +    * e) A «Fábula de Cura» como testemunho de uma autointerpretação originária do ser-aí (Dasein)
 +    * f) Cuidado e intencionalidade
 +
 +** SEGUNDA SEÇÃO — DESVELAMENTO DO PRÓPRIO TEMPO **
 +
 +  * § 32. O resultado e a tarefa da análise fundamental do ser-aí (Dasein): elaboração da questão do próprio ser
 +  * § 33. Necessidade do desenvolvimento temático da interpretação fenomenológica do ser-aí (Dasein) como um todo. O fenômeno da morte
 +  * § 34. Interpretação fenomenológica da morte como fenômeno do ser-aí (Dasein)
 +    * a) A possibilidade extrema da morte no modo de ser da cotidianidade
 +    * b) A relação autêntica do ser do ser-aí (Dasein) com a morte
 +  * § 35. O fenômeno do querer-ter-consciência (Gewissenhabenwollen) e do ser-culpado (Schuldigsein)
 +  * § 36. O tempo como o ser no qual o ser-aí (Dasein) pode ser sua totalidade
 +
 +<tabbox original>
 +
 +** EINLEITUNG **
 +
 +** Das Thema der Vorlesung und seine Behandlungsart **
 +
 +  * § 1. Natur und Geschichte als Gegenstandsgebiete für die Wissenschaften
 +  * § 2. Prolegomena zu einer Phänomenologie von Geschichte und Natur am Leitfaden der Geschichte des Zeitbegriffs
 +  * § 3. Aufriß der Vorlesung
 +
 +** VORBEREITENDER TEIL **
 +
 +** Sinn und Aufgabe der phänomenologischen Forschung **
 +
 +** Erstes Kapitel — Entstehung und erster Durchbruch der phänomenologischen Forschung **
 +
 +  * § 4. Die Situation der Philosophie in der zweiten Hälfte des 19. Jahrhunderts. Die Philosophie und die Wissenschaften
 +    * a) Die Position des Positivismus
 +    * b) Der Neukantianismus — die wissenschaftstheoretische Wiederentdeckung Kants
 +    * c) Kritik am Positivismus — die Forderung Diltheys nach einer eigenständigen Methode für die Geisteswissenschaften
 +    * d) Die Trivialisierung der Diltheyschen Fragestellung durch Windelband und Rickert
 +    * e) Philosophie als »wissenschaftliche Philosophie« — die Psychologie als Grundwissenschaft der Philosophie (Die Lehre vom Bewußtsein)
 +      * α) Franz Brentano
 +      * β) Edmund Husserl
 +
 +** Zweites Kapitel — Die fundamentalen Entdeckungen der Phänomenologie, ihr Prinzip und die Klärung ihres Namens **
 +
 +  * § 5. Die Intentionalität
 +    * a) Die Intentionalität als Struktur der Erlebnisse: Aufweis und erste Klärung
 +    * b) Rickerts Mißverständnis der Phänomenologie und Intentionalität
 +    * c) Die Grundverfassung der Intentionalität als solcher
 +      * α) Das Wahrgenommene des Wahrnehmens: das Seiende an ihm selbst (Umweltding, Naturding, Dinglichkeit)
 +      * β) Das Wahrgenommene des Wahrnehmens: das Wie des Intendiertseins (die Wahrgenommenheit des Seienden, der Charakter des Leibhaft-da)
 +      * γ) Erste Anzeige der Grundart der Intentionalität als Zusammengehörigkeit von intentio und intentum
 +  * § 6. Die kategoriale Anschauung
 +    * a) Intentionales Vermeinen und intentionale Erfüllung
 +      * α) Identifizierung als ausweisende Erfüllung
 +      * β) Evidenz als identifizierende Erfüllung
 +      * γ) Wahrheit als ausweisende Identifizierung
 +      * δ) Wahrheit und Sein
 +    * b) Anschauung und Ausdruck
 +      * α) Ausdruck von Wahrnehmungen
 +      * β) Schlichte und gestufte Akte
 +    * c) Akte der Synthesis
 +    * d) Akte der Ideation
 +      * α) Abwehr von Mißverständnissen
 +      * β) Die Bedeutung dieser Entdeckung
 +  * § 7. Der ursprüngliche Sinn des Apriori
 +  * § 8. Das Prinzip der Phänomenologie
 +    * a) Die Bedeutung der Maxime »zu den Sachen selbst«
 +    * b) Das Selbstverständnis der Phänomenologie als analytische Deskription der Intentionalität in ihrem Apriori
 +  * § 9. Die Klärung des Namens »Phänomenologie«
 +    * a) Die Klärung des ursprünglichen Sinnes der Bestandstücke des Namens
 +      * α) Der ursprüngliche Sinn von φαινόμενον
 +      * β) Der ursprüngliche Sinn von λόγος (λόγος ἀποφαντικός und λόγος σημαντικός)
 +    * b) Die Bestimmung der so gewonnenen Bedeutungseinheit und die ihr entsprechende Forschung
 +    * c) Abwehr einiger typischer Mißverständnisse der Phänomenologie, die sich von ihrem Namen her ergeben
 +
 +** Drittes Kapitel — Die erste Ausbildung der phänomenologischen Forschung und die Notwendigkeit einer radikalen Besinnung in ihr selbst und aus ihr selbst heraus **
 +
 +  * § 10. Die Ausarbeitung des thematischen Feldes: die fundamentale Bestimmung der Intentionalität
 +    * a) Explikation der Ausgrenzung des thematischen Feldes der Phänomenologie und Fixierung der Arbeitshorizonte bei Husserl und Scheler
 +    * b) Die grundsätzliche Besinnung auf die regionale Feldstruktur in ihrer Originalität: die Herausarbeitung des reinen Bewußtseins als eigener Seinsregion
 +  * § 11. Immanente Kritik der phänomenologischen Forschung: kritische Erörterung der vier Bestimmungen des reinen Bewußtseins
 +    * a) Das Bewußtsein ist immanentes Sein
 +    * b) Das Bewußtsein ist absolutes Sein im Sinne absoluter Gegebenheit
 +    * c) Das Bewußtsein ist absolutes Gegebensein im Sinne des »nulla re indiget ad existendum«
 +    * d) Das Bewußtsein ist reines Sein
 +  * § 12. Aufweis des Versäumnisses der Frage nach dem Sein des Intentionalen als dem Grundfeld der phänomenologischen Forschung
 +  * § 13. Aufweis des Versäumnisses der Frage nach dem Sinn von Sein selbst und nach dem Sein des Menschen in der Phänomenologie
 +    * a) Die notwendige Abgrenzung der Phänomenologie gegen die naturalistische Psychologie und deren Überwindung
 +    * b) Diltheys Versuch einer »personalistischen Psychologie« — seine Idee des Menschen als Person
 +    * c) Husserls Aufnahme der personalistischen Tendenz im »Logos-Aufsatz«
 +    * d) Grundsätzliche Kritik der personalistischen Psychologie auf phänomenologischer Basis
 +    * e) Schelers gescheiterter Versuch bei der Bestimmung der Seinsart der Akte und des Aktvollziehers
 +    * f) Das Resultat der kritischen Überlegung: Das Versäumnis der Frage nach dem Sein als solchem und nach dem Sein des Intentionalen gründet in der Verfallenheit des Daseins selbst
 +
 +** HAUPTTEIL **
 +
 +** Analyse des Zeitphänomens und Gewinnung des Zeitbegriffs **
 +
 +** ERSTER ABSCHNITT **
 +
 +** Die vorbereitende Deskription des Feldes, in dem das Phänomen der Zeit sichtbar wird **
 +
 +** Erstes Kapitel — Die in der Seinsfrage gegründete Phänomenologie **
 +
 +  * § 14. Die Exposition der Seinsfrage aus dem radikal verstandenen Sinn des phänomenologischen Prinzips
 +    * a) Die Aufnahme der Tradition als echte Wiederholung
 +    * b) Die Modifizierung des thematischen Feldes, der wissenschaftlichen Behandlungsart und des bisherigen Selbstverständnisses der Phänomenologie durch die kritische Besinnung auf die Fundamentalfrage nach dem Sein als solchem
 +    * c) Die Entfaltung der Seinsfrage am Leitfaden der Zeit
 +
 +** Zweites Kapitel — Die Ausarbeitung der Seinsfrage im Sinne einer ersten Explikation des Daseins **
 +
 +  * § 15. Das Entspringen der Seinsfrage aus einem unbestimmten Vorverständnis des Daseins — Seinsfrage und Seinsverständnis
 +  * § 16. Die Fragestruktur der Seinsfrage
 +  * § 17. Der Zusammenhang von Seinsfrage und fragendem Seienden (Dasein)
 +
 +** Drittes Kapitel — Die nächste Explikation des Daseins aus seiner Alltäglichkeit. Die Grundverfassung des Daseins als In-der-Welt-sein **
 +
 +  * § 18. Die Gewinnung der Fundamentalstrukturen der Grundverfassung des Daseins
 +    * a) Das Dasein ist im »Jeweilig-es-zu-sein«
 +    * b) Das Dasein im »Zu-sein« der Alltäglichkeit seiner Jeweiligkeit
 +  * § 19. Die Grundverfassung des Daseins als In-der-Welt-sein. Das In-Sein des Daseins und das Sein-in der vorhandenen Dinge
 +  * § 20. Das Erkennen als abgeleiteter Modus des In-Seins des Daseins
 +  * § 21. Die Weltlichkeit der Welt
 +    * a) Die Weltlichkeit der Welt als Worinheit für das Begegnenlassen des Daseins
 +    * b) Die Weltlichkeit der Umwelt: das Umhafte, der primäre Raumcharakter des »Um« als Konstitutivum von Weltlichkeit
 +  * § 22. Das traditionelle Überspringen der Frage nach der Weltlichkeit der Welt am Beispiel Descartes
 +  * § 23. Der positive Aufweis der Grundstruktur der Weltlichkeit der Welt
 +    * a) Analyse der Begegnischaraktere der Welt (Vorweisung, Verweisungsganzheit, Vertrautheit, »Man«)
 +    * b) Die Interpretation der Begegnisstruktur der Umwelt: der phänomenale Fundierungszusammenhang der Begegnischaraktere selbst
 +      * α) Die genauere phänomenologische Interpretation der Umwelt des Besorgens — die Werkwelt
 +      * β) Die Charakteristik der spezifischen Begegnisfunktion dieser Werkwelt für das Begegnen der nächsten Umweltdinge — der spezifische Realitätscharakter des Zuhandenen
 +      * γ) Die spezifische Begegnisfunktion der Werkwelt für das Begegnenlassen dessen, was schon immer da ist — das Vorhandene
 +    * c) Die Bestimmung der Grundstruktur der Weltlichkeit als Bedeutsamkeit
 +      * α) Die Fehlinterpretation des Phänomens der Verweisung als Substanz und Funktion
 +      * β) Der Sinn der Begegnisstruktur von Welt als Bedeutsamkeit
 +      * γ) Der Zusammenhang zwischen den Phänomenen Bedeutsamkeit, Zeichen, Verweisung und Beziehung
 +      * δ) Verstehendes besorgendes In-der-Welt-sein erschließt die Welt als Bedeutsamkeit
 +  * § 24. Die innere Strukturierung der Frage nach der Realität der Außenwelt
 +    * a) Das Realsein der Außenwelt ist jedem Beweis und Glauben daran enthoben
 +    * b) Die Realität des Realen (Weltlichkeit der Welt) ist nicht aus ihrem Gegenstand- und Erfaßtsein zu bestimmen
 +    * c) Die Realität ist nicht interpretiert durch das »Ansich«; dieser Charakter ist vielmehr selbst auslegungsbedürftig
 +    * d) Die Realität ist nicht primär von der Leibhaftigkeit des Vernommenen her zu verstehen
 +    * e) Die Realität ist nicht vom Phänomen des Widerstandes als des Gegenstandes für Trieb und Streben her zureichend geklärt
 +  * § 25. Die Räumlichkeit der Welt
 +    * a) Die Abhebung der phänomenalen Struktur des Umhaften als solchen ist konstituiert durch: Entfernung, Gegend, Orientierung (Ausrichtung)
 +    * b) Die primäre Räumlichkeit des Daseins selbst: Entfernung, Gegend, Orientierung sind Seinsbestimmungen des Daseins als In-der-Welt-sein
 +    * c) Die Verräumlichung der Umwelt und des Umweltraumes — Raum und Ausdehnung in der mathematischen Bestimmung am Beispiel Leibnizens
 +  * § 26. Das »Wer« des In-der-Welt-seins
 +    * a) Dasein als Mitsein; das Sein der Anderen als Mitdasein (Kritik der Einfühlungsthematik)
 +    * b) Das Man als das Wer des Seins des Miteinander in der Alltäglichkeit
 +
 +** Viertes Kapitel — Ursprünglichere Explikation des In-Seins: das Sein des Daseins als Sorge **
 +
 +  * § 27. Das In-Sein und die Sorge — Aufriß
 +  * § 28. Das Phänomen der Entdecktheit
 +    * a) Die Struktur der Entdecktheit des Daseins in seiner Welt: die Befindlichkeit
 +    * b) Der Seinsvollzug der Entdecktheit: das Verstehen
 +    * c) Die Ausbildung des Verstehens in der Auslegung
 +    * d) Rede und Sprache
 +      * α) Reden und Hören
 +      * β) Reden und Schweigen
 +      * γ) Reden und Gerede
 +      * δ) Rede und Sprache
 +  * § 29. Das Verfallen als eine Grundbewegtheit des Daseins
 +    * a) Das Gerede
 +    * b) Die Neugier
 +    * c) Die Zweideutigkeit
 +    * d) Die Charaktere der eigenen Bewegtheit des Verfallens
 +    * e) Die Fundamentalstrukturen des Daseins aus dem Horizont der Verfallenheit
 +  * § 30. Die Struktur der Unheimlichkeit
 +    * a) Das Phänomen von Flucht und Furcht
 +      * α) Die Furcht als Sichfürchten vor nach ihren vier Wesensmomenten betrachtet
 +      * β) Die Modifikationen der Furcht
 +      * γ) Die Furcht im Sinne des Fürchtens um
 +    * b) Die Angst und die Unheimlichkeit
 +    * c) Ursprünglichere Explikation von Verfallen und Angst (Unheimlichkeit) im Vorblick auf die Grundverfassung des Daseins als Sorge
 +  * § 31. Die Sorge als das Sein des Daseins
 +    * a) Die Bestimmung der gegliederten Struktur der Sorge
 +    * b) Die Phänomene des Dranges und Hanges
 +    * c) Sorge und Entdecktheit
 +    * d) Sorge und der Charakter des »Vor« in Verstehen und Auslegung (Vorhabe, Vorsicht, Vorgriff)
 +    * e) Die »Cura-Fabel« als Beleg einer ursprünglichen Selbstauslegung des Daseins
 +    * f) Sorge und Intentionalität
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 +** ZWEITER ABSCHNITT **
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 +** Die Freilegung der Zeit selbst **
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 +  * § 32. Das Ergebnis und die Aufgabe der fundamentalen Daseinsanalyse: die Ausarbeitung der Frage nach dem Sein selbst
 +  * § 33. Die Notwendigkeit der thematischen Ansetzung der phänomenologischen Interpretation des Daseins als eines Ganzen. Das Phänomen des Todes
 +  * § 34. Die phänomenologische Interpretation des Todes als Daseinsphänomen
 +    * a) Die äußerste Möglichkeit des Todes in der Seinsart der Alltäglichkeit
 +    * b) Das eigentliche Seinsverhältnis des Daseins zum Tode
 +  * § 35. Das Phänomen des Gewissenhabenwollens und des Schuldigseins
 +  * § 36. Die Zeit als das Sein, in dem Dasein seine Ganzheit sein kann
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 +  * Nachwort des Herausgebers
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