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GA45 Grundfragen der Philosophie. Ausgewählte "Probleme" der "Logik"

Grundfragen der Philosophie. Ausgewählte “Probleme” der “Logik” (WS 1937-1938) [1984] — Questões Básicas de Filosofia

  • VORBEREITENDER TEIL - DAS WESEN DER PHILOSOPHIE UND DIE FRAGE NACH DER WAHRHEIT
  • Erstes Kapitel - Vordeutung auf das Wesen der Philosophie
  • Zweites Kapitel - Die Frage nach der Wahrheit als Grundfrage
  • HAUPTTEIL - GRUNDSÄTZLICHES ÜBER DIE WAHRHEITSFRAGE
  • Erstes Kapitel - Die Grundfrage nach dem Wesen der Wahrheit als geschichtliche Besinnung
  • Zweites Kapitel - Die Frage nach, der Wahrheit (Wesenheit) des Wesens
  • Drittes Kapitel - Gründung des Grundes als Begründung der Wesenserfassung
  • Viertes Kapitel - Die Notwendigkeit der Frage nach dem Wesen der Wahrheit aus dem Anfang der Geschichte der Wahrheit
  • Fünftes Kapitel - Die Not und Notwendigkeit des ersten Anfangs und die Not und Notwendigkeit eines anderen Fragens und Anfangens
  • ANHANG
  • DIE WAHRHEITSFRAGE
  • AUS DEM ERSTEN ENTWURF
  • I. Grundsätzliches über die Wahrheitsfrage
  • II. Der Vorsprung in die Wesung der Wahrheit
  • III. Die Erinnerung an den ersten Auf schein des Wesens der Wahrheit als aletheia (Unverborgenheit)

Casanova

** PARTE PREPARATÓRIA **

** A ESSÊNCIA DA FILOSOFIA E A QUESTÃO ACERCA DA VERDADE **

** PRIMEIRO CAPÍTULO **

** Interpretação prévia da essência da filosofia **

  • § 1. A filosofia futura e a retenção como tonalidade afetiva fundamental da ligação com o seer
  • § 2. A filosofia como saber imediatamente inútil, apesar de soberano, sobre a essência do ente
  • § 3. O questionamento acerca da verdade do seer como saber soberano

** SEGUNDO CAPÍTULO **

** A questão acerca da verdade como questão fundamental **

  • § 4. A verdade como “problema” da “lógica” (correção do enunciado) distorce a visão da essência da verdade
  • § 5. Discussão da verdade a partir da questão fundamental da filosofia juntamente com a inserção de uma confrontação histórica com a filosofia ocidental. Urgência e necessidade de um questionamento originário
  • Repetição
    • 1) A questão acerca da verdade como o que há de mais necessário à filosofia na era da total ausência de questionamento
    • 2) O digno de questão na determinação até aqui da verdade (verdade como correção do enunciado) como o que urge para a questão acerca da verdade
  • § 6. A definição tradicional da verdade como correção
  • § 7. A contenda entre idealismo e realismo sobre o solo comum da verdade como correção da representação
  • § 8. O campo de jogo da abertura quádrupla e una. Primeira referência ao que há de digno de questão na definição tradicional da verdade como correção
  • § 9. A concepção da verdade e a concepção da essência do homem. A questão fundamental acerca da verdade
  • a) A determinação da essência da verdade em sua conexão com a determinação da essência do homem
  • b) A questão acerca do fundamento da possibilidade de toda correção como questão fundamental acerca da verdade
  • Repetição
    • 1) A relação entre pergunta e resposta no âmbito da filosofia
    • 2) A determinação corrente da verdade como correção da representação e a abertura quádrupla e una como fundamento digno de questão da possibilidade da correção da representação
    • c) A questão acerca da verdade como o mais questionável de nossa história até aqui e como o que há de mais digno de questão de nossa história por vir

** PARTE PRINCIPAL **

** PONTOS FUNDAMENTAIS SOBRE A QUESTÃO ACERCA DA VERDADE **

** PRIMEIRO CAPÍTULO **

** A questão fundamental acerca da essência da verdade como meditação histórica **

  • § 10. A ambiguidade da questão acerca da verdade: a busca do verdadeiro – o meditar sobre a essência da verdade
  • § 11. A questão sobre a verdade como questão acerca da essência do verdadeiro: não um questionamento acerca do universal conceitual do verdadeiro
  • § 12. A questão acerca da legitimidade da definição corrente da verdade como ponto de partida para o retorno ao fundamento da possibilidade da correção
  • § 13. A fundamentação da concepção tradicional da verdade na reorientação para a sua proveniência
    • a) A consideração historiológica do passado
    • b) A meditação histórica sobre o porvir como o início de todo acontecimento
  • Repetição
    • 1) A ambiguidade da questão acerca da verdade. A essência não é o universal indiferente, mas o mais essencial
    • 2) A obviedade questionável da concepção tradicional de verdade e a questão acerca de sua legitimidade
    • 3) Para a fundamentação da concepção corrente da verdade na meditação histórica sobre sua proveniência. A diferença entre consideração historiológica e meditação histórica
    • c) A conquista do início na experiência de sua lei. O histórico como a extensão do porvir em direção ao cerne do ter-sido e do ter-sido em direção ao cerne do porvir
  • § 14. O retorno à doutrina aristotélica da verdade do enunciado como meditação histórica
  • § 15. A questão acerca da fundamentação aristotélica do enunciado como essência do verdadeiro
  • § 16. A viragem da questão acerca da essência do verdadeiro para a questão acerca da verdade (essencialidade) da essência. A questão acerca da concepção aristotélica da essencialidade da essência
  • Repetição
    • 1) Rejeição de três interpretações equivocadas da distinção entre consideração historiológica e meditação histórica. Ciência e meditação histórica
    • 2) O caminho da questão acerca da essência do verdadeiro para a questão acerca da verdade (essencialidade) da essência

** SEGUNDO CAPÍTULO **

** A questão acerca da verdade (essencialidade) da essência **

  • § 17. Meditação histórica sobre a determinação platônico-aristotélica da essencialidade da essência
    • a) As quatro caracterizações da essencialidade da essência em Aristóteles
    • b) A essência como o ser-o-que de um ente. O ser-o-que como ἰδέα: o constantemente presente, aquilo que é visto de antemão, o aspecto (ε͡ἰδος)
  • Repetição
    • 1) Quatro caracterizações da essencialidade da essência em Aristóteles. O ser-o-que em Platão: a ἰδέα como o de antemão visto, o aspecto
    • 2) Para a compreensão da essência vista de antemão
  • § 18. A determinação grega da essência (o ser-o-que) no horizonte da compreensão de ser como presença constante
    • a) A determinação da essência (o ser-o-que) como entidade (οὑσία) do ente. A compreensão do ser como presença constante é o fundamento para a interpretação da entidade (οὑσία) como ἰδέα.
    • b) Consolidação da compreensão grega da ἰδέα
  • § 19. A falta de uma fundamentação da determinação essencial do verdadeiro como correção do enunciado em Aristóteles. A questão acerca do significado da fundamentação
  • Repetição
    • 1) A concepção do ser do ente como presença constante é o fundamento para a determinação da essência (ἰδέα) como ser-o-que
    • 2) A falta de uma fundamentação para o estabelecimento da essência e para a caracterização da essência do verdadeiro como correção do enunciado. O significado de fundamentação

** TERCEIRO CAPÍTULO **

** Fundação do fundamento como fundamentação da apreensão da essência **

  • § 20. Contrassenso de uma fundamentação da proposição essencial sobre a verdade como correção por meio do retorno a uma proposição factual
  • § 21. Apreensão como pro-dução da essência. Primeira referência
  • § 22. A busca pelo fundamento do posicionamento da essência. Caráter corrente da tomada de conhecimento da essência – enigma do conhecimento da essência (apreensão da essência)e sua fundamentação
  • § 23. O trazer-à-visão a essência (apreensão da essência) como um trazer-à-tona a essência do velamento à luz. A visualização intencional da essência
  • § 24. O ver intencional da essência como fundação do fundamento. ὑπόθεσις como θέσις do ὑποχείμενον
  • Repetição
    • 1) Nova meditação sobre o procedimento na totalidade: a necessidade da referência histórica à história da essência da verdade
    • 2) A sequência dos passos realizados até aqui, da verdade como correção do enunciado até o posicionamento da essência como visão intencional e como estabelecimento do fundamento
  • § 25. O desvelamento do ser-o-que do ente como o desvelamento da verdade pertinente à apreensão da essência. A fundação da correção do enunciado no desvelamento (ἀλήθεια)
  • § 26. O desvelamento e a abertura do ente. O processo de soterramento da essência da verdade como desvelamento do ente que é experimentado pelos gregos
  • Repetição
    • 1) A visão intencional do desvelamento do ente como o fundamento para a essência da verdade como correção
    • 2) A ἀλήθεια dos gregos como a abertura. A mudança do conceito de verdade do desvelamento para a correção

** QUARTO CAPÍTULO **

** A necessidade da pergunta acerca da essência da verdade a partir do início da história da verdade **

  • § 27. A virada do questionamento crítico acerca da verdade para o interior do início da história da verdade como o salto prévio para o futuro. A ἀλήθεια como aquilo que foi experimentado pelos gregos mas não inquirido
  • § 28. O domínio da verdade como correção sobre o seu fundamento como a consequência essencial da permanência de fora da sondagem fundante do fundamento. O questionamento acerca da abertura como o questionamento acerca da própria ἀλήθεια
  • § 29. A experiência grega do desvelamento como caráter fundamental do ente enquanto tal e o não questionamento acerca da ἀλήθεια enquanto tal
  • Repetição
    • 1) O fundamento para a necessidade da questão acerca da essência do verdadeiro
    • 2) A ἀλήθεια como o inicial e o inquestionado dos gregos
  • § 30. A resistência, em meio à determinação imposta aos gregos, como o fundamento para o não questionamento acerca da ἀλήθεια. O não acontecimento como o que está necessariamente contido no início e por meio dele
  • § 31. O fim do primeiro início e a preparação do outro início
    • a) Nossa situação no fim do início e a exigência de uma meditação sobre o primeiro início como preparação do outro início
    • b) A experiência do fim e a meditação sobre o início da história ocidental por meio de Hölderlin e Nietzsche
  • § 32. A determinação entregue aos gregos como tarefa: iniciar o pensamento como questão acerca do ente enquanto tal e enquanto experiência do desvelamento como caráter fundamental do ente (ἀλήθεια, φὑσις)
  • Repetição
    • 1) O não questionamento dos gregos acerca do desvelamento e a necessidade de sua tarefa
    • 2) Nietzsche e Hölderlin como fim e transição a cada vez de maneira diversa
    • 3) A tarefa dos gregos: suportar o primeiro início
  • § 33. O início do pensamento e a determinação da essência do homem
    • a) A manutenção do reconhecimento do ente em sua entidade e a determinação da essência do homem como aquele que apreende o ente enquanto tal (νο͡υς e λόγος)
    • b) A transformação da determinação essencial inicial do homem como aquele que apreende o ente para a determinação essencial do homem como animal racional
  • § 34. A indigência e a necessidade de nosso questionamento acerca do próprio desvelamento a partir de uma concepção originária do primeiro início
  • Repetição
    • 1) Rigor e ordem interna do questionar diferentemente da sistemática de um sistema
    • 2) A meditação histórica sobre a necessidade do primeiro início e a conquista dos critérios de medida para a necessidade do próprio questionamento acerca da verdade
    • 3) Origem da concepção do homem como animal racional a partir da incapacidade de sustentação do primeiro início

** QUINTO CAPÍTULO **

** A indigência e a necessidade do primeiro início e a indigência e a necessidade de um outro questionamento e iniciar **

  • § 35. A indigência do não se saber fora nem dentro como um modo do seer. O espaço-tempo inóspito do entre
  • § 36. A indigência do pensar e seu impor afinador do homem na tonalidade afetiva fundamental do es-panto (θαυμάζειν)
  • § 37. O conceito corrente do espanto como fio condutor para a meditação sobre o θαυμάζειν como tonalidade afetiva fundamental
    • a) O admirar-se e o maravilhamento
  • Repetição
    • 1) O caráter de não da indigência como não-saber-se-fora-nem-dentro. O a-partir-de-onde-para-fora e o para-o-interior-de-que como o entre aberto do caráter indeciso do ente e do não-ente
    • 2) O compelir da indigência como transposição do homem para o início de uma fundação de sua essência
    • 3) O θαυμάζειν como a tonalidade afetiva fundamental do pensamento ocidental inicial
    • b) O admirar
    • c) A surpresa e o pasmo
  • § 38. A essência do es-panto como a tonalidade afetiva fundamental que compele à necessidade do pensar inicial
    • a) No es-panto, o mais habitual mesmo se torna o mais inabitual
    • b) Para o es-panto, o mais habitual de tudo e em tudo,que algo seja em geral e de um modo qualquer, torna-se o mais inabitual
    • c) O mais extremo es-panto não conhece nenhuma saída do que há de mais inabitual no maximamente habitual
    • d) O es-panto não conhece nenhum caminho para o interior da inabitualidade do mais habitual
    • e) O es-panto no entre de inabitualidade e habitual
    • f) Irrupção da habitualidade do mais habitual na transição do mais habitual para o mais inabitual. O unicamente es-pantoso: o ente como ente
    • g) O es-panto transpõe o homem para a apreensão do ente como ente, para a sustentação do desvelamento
    • h) O es-panto, como tonalidade afetiva fundamental, pertence, ele mesmo, ao que há de mais inabitual
    • i) Análise do es-panto como projeção retrospectiva da transposição do homem para o interior do ente enquanto tal
    • j) A sustentação da transposição que vige na tonalidade afetiva fundamental do es-panto na realização da necessidade do questionamento acerca do ente enquanto tal
  • Repetição
    • 1) Destaque da tonalidade afetiva fundamental do es-panto em relação aos tipos congêneres da surpresa
    • 2) Sequência de passos da caracterização do es-panto como caminho para a necessidade do questionar inicial
    • k) A realização do necessário: um sofrimento no sentido da suportação criativa do incondicionado
    • l) A τύχνη como postura fundamental em relação à φὑσις, na qual se desdobra e se fixa a conservação do es-pantoso (da entidade do ente). A τύχνη mantém a vigência da φὑσις no desvelamento
    • m) O risco, que reside na própria realização da tonalidade afetiva fundamental do es-panto, de sua perturbação. A τέχνη como solo para a transformação da ἀλήθεια em ὁμοίωσις. A perda da tonalidade afetiva fundamental e a permanência de fora da indigência e da necessidade originárias
  • § 39. A indigência da falta de indigência. Verdade como correção e a filosofia (a questão acerca da verdade) sem indigência e necessidade
  • § 40. O abandono do ente por parte do ser como o fundamento velado da tonalidade afetiva fundamental ainda encoberta. O compelir dessa tonalidade afetiva fundamental para o interior de uma outra necessidade de um outro questionamento e um outro início
  • § 41. A necessidade que está reservada para nós: trazer ao seu fundamento a abertura como clareira do encobrir-se – o questionamento acerca da essência do homem como o guardião da verdade do seer

** ANEXO **

** A QUESTÃO ACERCA DA VERDADE A PARTIR DO PRIMEIRO PROJETO **

** I. Algo principial sobre a questão acerca da verdade **

  • 1. O compelir da indigência do abandono do ser no pavor como a tonalidade afetiva fundamental do outro início
  • 2. A questão acerca da essência do verdadeiro como a necessidade da mais extrema indigência do abandono do ser
  • 3. A questão acerca da verdade e a questão do ser
    • a) O desdobramento da questão acerca da verdade como meditação sobre o primeiro início. A reabertura do primeiro início em virtude do outro início
    • b) A questão acerca da verdade como questão prévia em relação à questão fundamental acerca do seer

** II. O salto prévio para o interior da essenciação da verdade **

  • 4. A questão acerca da essenciação da verdade como uma questão que funda originariamente história
  • 5. Indicações da essenciação da verdade por meio da meditação crítica e da lembrança histórica
    • a) Preparação do salto por meio do asseguramento do impulso inicial e do prelineamento da direção do salto. A correção como o ponto de partida para o impulso inicial,a abertura como direção do salto
    • b) A experiência da abertura no primeiro início como desvelamento (ἀλήθεια). A inquestionabilidade do desvelamento e a tarefa da experiência mais originária de sua essência a partir de nossa indigência
  • 6. O abandono do ser como a indigência da falta de indigência. A experiência do abandono do ser do ente como indigência na aurora da pertinência do seer ao ente e a decisão
  • 7. Projeto indicativo da essência da verdade a partir da indigência do abandono do ser
    • a) A abertura como a clareira para o encobrir-se hesitante.O encobrir-se hesitante como a primeira caracterização do próprio seer
    • b) A clareira para o encobrir-se como o fundamento de sustentação para o ser do homem. O fundar do fundamento de sustentação por meio do ser do homem como ser-aí
    • c) A questão acerca da verdade e o tresloucamento do ser do homem, que o retira de sua ausência de posto até aqui e o conduz para o interior do fundamento de sua essência: tornar-se o fundador e o guardião da verdade do seer
    • d) A questão acerca da essenciação da verdade como questão acerca da essenciação do seer

** III. A lembrança da primeira reluzência da essência da verdade como ἀλήθεια (desvelamento) **

  • 8. A lembrança do primeiro saber da verdade no início da filosofia ocidental como instrução para o questionamento próprio acerca da essência mais originária da verdade como abertura
  • 9. Articulação da lembrança histórica em cinco níveis de meditação
  • Adendo ao § 40
  • Adendo ao § 41
  • Posfácio do editor alemão
  • Posfácio à segunda edição

original

** VORBEREITENDER TEIL ** ** DAS WESEN DER PHILOSOPHIE UND DIE FRAGE NACH DER WAHRHEIT **

** Erstes Kapitel ** ** Vordeutung auf das Wesen der Philosophie **

  • § 1. Die künftige Philosophie und die Verhaltenheit als Grundstimmung des Bezuges zum Seyn
  • § 2. Philosophie als das unmittelbar nutzlose, gleichwohl herrschaftliche Wissen vom Wesen des Seienden
  • § 3. Fragen nach der Wahrheit des Seyns als herrschaftliches Wissen

** Zweites Kapitel ** ** Die Frage nach der Wahrheit als Grundfrage **

  • § 4. Wahrheit als »Problem« der »Logik« (Richtigkeit der Aussage) verstellt den Ausblick auf das Wesen der Wahrheit
  • § 5. Erörterung der Wahrheit aus der Grundfrage der Philosophie unter Einschluß der geschichtlichen Auseinandersetzung mit der abendländischen Philosophie. Nötigung und Notwendigkeit eines ursprünglichen Fragens
  • Wiederholung
    • 1) Die Frage nach der Wahrheit als das Notwendigste der Philosophie im Weltalter der gänzlichen Fraglosigkeit
    • 2) Das Fragwürdige in der bisherigen Bestimmung der Wahrheit (Wahrheit als Richtigkeit der Aussage) als das zur Wahrheitsfrage Nötigende
  • § 6. Die überlieferte Bestimmung der Wahrheit als Richtigkeit
  • § 7. Der Streit von Idealismus und Realismus auf dem gemeinsamen Boden der Wahrheit als Richtigkeit des Vorstellens
  • § 8. Der Spielraum der vierfach-einigen Offenheit. Erster Hinweis auf das Fragwürdige in der überlieferten Bestimmung der Wahrheit als Richtigkeit
  • § 9. Die Wahrheitsauffassung und die Wesensauffassung des Menschen. Die Grundfrage nach der Wahrheit
  • 1) Die Bestimmung des Wesens der Wahrheit in ihrem Zusammenhang mit der Bestimmung des Wesens des Menschen
  • 2) Die Frage nach dem Grunde der Möglichkeit aller Richtigkeit als Grundfrage nach der Wahrheit
  • Wiederholung
    • 1) Das Verhältnis von Frage und Antwort im Bereich der Philosophie
    • 2) Die landläufige Bestimmung der Wahrheit als Richtigkeit des Vorstellens und die vierfach-einige Offenheit als frag-würdiger Grund der Möglichkeit der Richtigkeit des Vorstellens
    • 3) Die Frage nach der Wahrheit als das Fraglichste unserer bisherigen und als das Fragwürdigste unserer künftigen Geschichte

** HAUPTTEIL ** ** GRUNDSÄTZLICHES ÜBER DIE WAHRHEITSFRAGE **

** Erstes Kapitel ** ** Die Grundfrage nach dem Wesen der Wahrheit als geschichtliche Besinnung **

  • § 10. Die Zweideutigkeit der Frage nach der Wahrheit: das Suchen des Wahren - das Sichbesinnen auf das Wesen des Wahren
  • § 11. Die Wahrheitsfrage als Frage nach dem Wesen des Wahren: kein Fragen nach dem begrifflich Allgemeinen des Wahren
  • § 12. Die Frage nach der Rechtmäßigkeit der geläufigen Bestimmung der Wahrheit als Ansatzstelle für den Rückgang auf den Grund der Möglichkeit der Richtigkeit
  • § 13. Die Begründung der überlieferten Auffassung der Wahrheit in der Rückwendung auf ihre Herkunft
    • a) Die historische Betrachtung des Vergangenen
    • b) Die geschichtliche Besinnung auf das Zukünftige als den Anfang alles Geschehens
  • Wiederholung
    • 1) Die Zweideutigkeit der Wahrheitsfrage. Das Wesen nicht das gleichgültige Allgemeine, sondern das Wesentlichste
    • 2) Die fragwürdige Selbstverständlichkeit der überlieferten Auffassung von der Wahrheit und die Frage ihrer Rechtmäßigkeit
    • 3) Zur Begründung der landläufigen Wahrheitsauffassung in der geschichtlichen Besinnung auf ihre Herkunft. Der Unterschied von historischer Betrachtung und geschichtlicher Besinnung
  • 14. Der Rückgang auf die aristotelische Lehre von der Wahrheit der Aussage als geschichtliche Besinnung
  • 15. Die Frage nach der aristotelischen Begründung der Richtigkeit der Aussage als des Wesens des Wahren
  • 16. Die Kehre der Frage nach dem Wesen des Wahren in die Frage nach der Wahrheit (Wesenheit) des Wesens. Die Frage nach der aristotelischen Auffassung der Wesenheit des Wesens
  • Wiederholung
    • 1) Abwehr von drei Mißdeutungen der Unterscheidung zwischen historischer Betrachtung und geschichtlicher Besinnung. Wissenschaft und geschichtliche Besinnung
    • 2) Der Weg von der Frage nach dem Wesen des Wahren zur Frage nach der Wahrheit (Wesenheit) des Wesens

** Zweites Kapitel ** ** Die Frage nach der Wahrheit (Wesenheit) des Wesens **

  • § 17. Geschichtliche Besinnung auf die aristotelisch-platonische Bestimmung der Wesenheit des Wesens
    • a) Die vier Kennzeichnungen der Wesenheit des Wesens bei Aristoteles
    • b) Das Wesen als das Wassein eines Seienden. Das Wassein als ἰδέα: das ständig Anwesende, das im voraus Gesichtete, der Anblick (εἶδος)
  • Wiederholung
    • 1) Vier Kennzeichnungen der Wesenheit des Wesens bei Aristoteles. Das Wassein bei Platon: die ἰδέα als das im voraus Gesichtete, der Anblick
    • 2) Zum Verständnis des im voraus gesichteten Wesens
  • § 18. Die griechische Bestimmung des Wesens (Wassein) im Horizont des Verständnisses von Sein als beständiger Anwesenheit
    • a) Die Bestimmung des Wesens (Wassein) als Seiendheit (οὐσία) des Seienden. Verständnis des Seins als beständige Anwesenheit der Grund für die Auslegung der Seiendheit (οὐσία) als ἰδέα
    • b) Sicherung des griechischen Verständnisses der ἰδέα
  • § 19. Das Fehlen einer Begründung der Wesensbestimmung des Wahren als Richtigkeit der Aussage bei Aristoteles. Die Frage nach der Bedeutung der Begründung
  • Wiederholung
    • 1) Die Auffassung des Seins des Seienden als beständige Anwesenheit der Grund für die Bestimmung des Wesens (ἰδέα) als Wassein
    • 2) Das Fehlen einer Begründung für die Ansetzung des Wesens und für die Kennzeichnung des Wesens des Wahren als Richtigkeit der Aussage. Die Bedeutung von Begründung

** Drittes Kapitel ** ** Gründung des Grundes als Begründung der Wesenserfassung **

  • § 20. Widersinn einer Begründung des Wesenssatzes über die Wahrheit als Richtigkeit durch Rückgang auf einen Tatsachensatz
  • § 21. Erfassen als Hervor- bringung des Wesens. Erster Hinweis
  • § 22. Das Suchen nach dem Grund der Wesenssetzung. Geläufigkeit der Wesenskenntnis - Rätsel der Wesenserkennnis (Wesenserfassung) und deren Begründung
  • § 23. Das im voraus Zu- Gesicht- Bringen des Wesens (Wesenserfassung) als Hervor- bringung des Wesens aus der Verborgenheit ans Licht. Das Er- sehen des Wesens
  • § 24. Das Er- sehen des Wesens als Gründung des Grundes
  • Wiederholung
    • 1) Erneute Besinnung auf das Vorgehen im ganzen: die Notwendigkeit des geschichtlichen Bezuges zur Geschichte des Wesens der Wahrheit
    • 2) Die Abfolge der bisher vollzogenen Schritte von der Wahrheit als Richtigkeit der Aussage bis zur Wesenssetzung als Er-sehen und Grund- legung
  • § 25. Die Unverborgenheit des Wasesins des Seienden als die der Wesenserfassung zugehörige Wahrheit. Gegründetheit der Richtigkeit der Aussage in der Unverborgenheit (ἀλήθεια)
  • § 26. Die Unverborgenheit und die Offenheit des Seienden. Der Vorgang der Verschüttung des von den Griechen erfahrenen ursprünglichen Wesens der Wahrheit als Unverborgenheit des Seienden
  • Wiederholung
    • 1) Das Er-sehen der Unverborgenheit des Seienden als der Grund für das Wesen der Wahrheit als Richtigkeit
    • 2) Die ἀλήθεια

** Viertes Kapitel ** ** Die Notwendigkeit der Frage nach dem Wesen der Wahrheit aus dem Anfang der Geschichte der Wahrheit **

  • 27. Das Einschwenken des kritischen Fragens nach der Wahrheit in den Anfang der Geschichte der Wahrheit als das Vorspringen in die Zukunft. Die ἀλήθεια als das von den Griechen Erfahrene, aber nicht Gefragte
  • 28. Die Herrschaft der Wahrheit als Richtigkeit über ihren Grund als Wesensfolge des Ausbleibens der Er-gründung des Grundes. Das Fragen nach der Offenheit als das Fragen nach der ἀλήθεια selbst
  • 29. Die griechische Erfahrung der Unverborgenheit als Grundcharakter des Seienden als solchen und das Nichtfragen nach der ἀλήθεια als solcher
  • Wiederholung
    • 1) Der Grund für die Notwendigkeit der Frage nach dem Wesen des Wahren
    • 2) Die ἀλήθεια als das Anfängliche und Fraglose der Griechen
  • 30. Das Standhalten in der den Griechen auferlegten Bestimmung als Grund für ihr Nichtfragen nach der ἀλήθεια. Das Nichtgeschehen als das im Anfang und durch ihn notwendig Einbehaltene
  • 31. Das Ende des ersten Anfangs und die Vorbereitung des anderen Anfangs
    • a) Unser Stand im Ende des Anfangs und die Forderung einer Besinnung auf den ersten Anfang als Vorbereitung des anderen Anfangs
    • b) Die Erfahrung des Endes und die Besinnung auf den Anfang der abendländischen Geschichte durch Hölderlin und Nietzsche
  • 32. Die den Griechen aufgegebene Bestimmung: das Denken anzufangen als Frage nach dem Seienden als solchem und als Erfahrung der Unverborgenheit als Grundcharakter des Seienden (ἀλήθεια, φύσις)
  • Wiederholung
    • 1) Das Nichtfragen der Griechen nach der Unverborgenheit und die Notwendigkeit ihrer Aufgabe
    • 2) Nietzsche und Hölderlin als Ende und Übergang in je anderer Weise
    • 3) Die Aufgabe der Griechen: das Aushalten des ersten Anfangs
  • 33. Der Anfang des Denkens und die Wesensbestimmung des Menschen
    • a) Das Aushalten der Anerkenntnis des Seienden in seiner Seiendheit und die Wesensbestimmung des Menschen als des Vernehmers des Seienden als solchen (νοῦς und λόγος)
    • b) Die Wandlung der anfänglichen Wesensbestimmung des
  • 1) Strenge und innere Ordnung des Fragens im Unterschied zur Systematik eines Systems
  • 2) Die geschichtliche Besinnung auf die Notwendigkeit des ersten Anfangs und die Gewinnung der Maßstäbe für die Notwendigkeit des eigenen Fragens nach der Wahrheit
  • 3) Ursprung der Auffassung des Menschen als des vernünftigen Lebewesens aus dem Nichtaushaltenkönnen des ersten Anfangs

** Fünftes Kapitel ** ** Die Not und Notwendigkeit des ersten Anfangs und die Not und Notwendigkeit eines anderen Fragens und Anfängens **

  • § 35. Die Not des Nicht-aus-und-nicht-ein-Wissens als eine Art des Seyns. Der unbetretene Zeit-Raum des Zwischen
  • § 36. Die Not des anfänglichen Denkens und ihr stimmendes Nötigen des Menschen in der Grundstimmung des Er-staunens (θαυμάζειν)
  • § 37. Der geläufige Begriff des Staunens als Leitfaden für die Besinnung auf das θαυμάζειν als Grundstimmung
    • a) Das Sichwundern und Verwundern
  • Wiederholung
    • 1) Das Nichthafte der Not als das Nicht-aus-und-nicht-ein-Wissen. Das Woheraus und das Wohinein als das offene Zwischen der Unentschiedenheit des Seienden und Unseienden
    • 2) Das Nötigen der Not, ihr Stimmen als Versetzen des Menschen in den Anfang einer Gründung seines Wesens
    • 3) Das θαυμάζειν als die Grundstimmung des anfänglichen abendländischen Denkens
    • b) Das Bewundern
    • c) Das Staunen und Bestaunen
  • § 38. Das Wesen des Er-staunens als der in die Notwendigkeit des anfänglichen Denkens nötigenden Grundstimmung
    • a) Im Er-staunen wird das Gewöhnlichste selbst zum Ungewöhnlichsten
    • b) Für das Er-staunen wird das Allergewöhnlichste von Allem und in Allem, überhaupt und irgendwie zu sein, zum Ungewöhnlichsten
  • 1) Das ins Äußerste gehende Er-staunen weiß keinen Ausweg aus dem Ungewöhnlichen des Gewöhnlichsten
  • 2) Das Er-staunen weiß keinen Einweg in die Ungewöhnlichkeit des Gewöhnlichsten
  • 3) Das Er-staunen im Zwischen der Ungewöhnlichkeit und des Gewöhnlichen
  • 4) Ausbruch der Gewöhnlichkeit des Gewöhnlichsten im Übergang des Gewöhnlichsten zum Ungewöhnlichsten. Das einzig Er-staunliche: das Seiende als Seiendes
  • 5) Das Er-staunen versetzt den Menschen in das Vernehmen des Seienden als des Seienden, in das Aushalten der Unverborgenheit
  • 6) Das Er-staunen als Grundstimmung gehört selbst in das Ungewöhnlichste
  • 7) Zergliederung des Er-staunens als Rückentwurf der Versetzung des Menschen in das Seiende als solches
  • 8) Das Aushalten der in der Grundstimmung des Er-staunens waltenden Versetzung im Vollzug der Notwendigkeit des Fragens nach dem Seienden als solchem
  • 9) Wiederholung
  • 10) Abhebung der Grundstimmung des Er-staunens gegen verwandte Arten des Staunens
  • 11) Schrittfolge der Kennzeichnung des Er-staunens als Weg zur Notwendigkeit des anfänglichen Fragens
  • 12) Der Vollzug des Notwendigen: ein Leiden im Sinne der schaffenden Ertragsamkeit für das Unbedingte
  • 13) Die τέχνη als Grundhaltung zur φύσις, in der sich die Bewahrung des Er-staunlichen (der Seiendheit des Seienden) entfaltet und festlegt. Die τέχνη hält das Walten der φύσις in der Unverborgenheit
  • 14) Die im Vollzug der Grundstimmung des Er-staunens selbst liegende Gefahr ihrer Verstörung. Die τέχνη als Boden für die Umbildung der ἀλήθεια in die ὁμοίωσις. Der Verlust der Grundstimmung und das Ausbleiben der ursprünglichen Not und Notwendigkeit
  • 15) Die Not der Notlosigkeit. Wahrheit als Richtigkeit und die Philosophie (die Wahrheitsfrage) ohne Not und Notwendigkeit
  • 16) Die Seinsverlassenheit des Seienden als der verhüllte Grund der noch verhüllten Grundstimmung. Das Nötigen dieser Grundstimmung in eine andere Notwendigkeit eines anderen Fragens und Anfängens
  • 17) Die uns aufbehaltene Notwendigkeit: die Offenheit als Lichtung des Sichverbergens auf ihren Grund bringen - das Fragen nach dem Wesen des Menschen als des Wächters der Wahrheit des Seyns
  • 1. Das Nötigen der Not der Seinsverlassenheit im Erschrecken als der Grundstimmung des anderen Anfangs
  • 2. Die Frage nach dem Wesen des Wahren als die Notwendigkeit der höchsten Not der Seinsverlassenheit
  • 3. Die Wahrheitsfrage und die Seinsfrage
    • a) Die Entfaltung der Wahrheitsfrage als Besinnung auf den ersten Anfang. Die Wiedereröffnung des ersten Anfangs umwillen des anderen Anfangs
    • b) Die Wahrheitsfrage als Vorfrage für die Grund
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